Todos, em qualquer momento da vida, se sentiram desagradados com o que fizeram e como.
A mim aconteceu-me, algumas vezes.
A última das quais foi a publicação de um folhetim, em nove capítulos, desconchavados e “chatos” e a que chamei, “Uma Aventura noutra cidade”.
Tomara não ter escrito esta historieta; Tomara ter eliminado todos os nove capítulos, o que em algum momento pensei fazer, e assim não sei, porque o não fiz.
Possivelmente, penso eu neste momento, porque podia haver alguém a ler, em noite de insónias ou, para distrair o sono, quando a TV estivesse a apresentar os debates entre os candidatos à Presidência.
Este desabafo, e não é mais do que isto, não é impelido por alguma sobranceria face aos textos já publicados neste blog, porque também sei reconhecer os meus limites, mas porque a historieta não faz, definitamente, o meu género.
Embora as personagens tiverem tido criadas pelo “autor”, a parte final, Paris, foi- me contada,com aventuras rocambolescas à mistura, por alguém que nada tinha de ingénuo e acabou, quase, vítima como o protagonista.
Sinto que estou em dívida para com os meus leitores. As desculpas não servem de nada. O mal está feito e é com os erros que tenho de conviver.
Para amenizar deixo-me uma sugestão. Cantar Paris na voz de Frank Sinatra. Vale a pena.
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