sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

ANOS 60 - ANOS REBELDES

Hoje decidi dar a mim, e aos que fazem o favor de ler os meus escritos, uma pausa.
Não fiquem a esfregar as mãos de contentamento, porque eu ameaço voltar em breve.
Preciso de consolidar algumas ideias, para ver se sou capaz de escrever novas histórias, com conteúdos diferentes, ainda que isso não signifique menosprezar o que, bem ou mal, tenho escrito e publicado.
Também não ficarei parado durante a pausa a que me impus, pois sempre hei-de arranjar maneira de publicar temas leves, que não me doam.
Exemplo, porque não falar de música? Não, numa perspectiva crítica, para isso não estou habilitado, mas de gosto pessoal.
No início dos anos sessenta, tinha eu dezoito anos, comecei a guardar os sonhos que sonhara, muitos ainda hoje guardo, e olhar para o mundo real. Eram os anos rebeldes que tanto prometiam e que,tão pouco restou. A minha entrada na década de sessenta, deu-me para beber e saborear a música que se fazia, por razões culturais a de expressão francesa. E a verdade, hoje ainda gosto de muitas canções desse tempo.
A primeira que vou referir, ouvi em 1962, foi mais do que uma canção, foi um belo poema de amor, e como a poesia, não tem idade.
“Ne Me Quitte Pas”. O seu autor, Jacques Brel.
Ora oiçam, digam se não tenho razão!



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