Como se lembrarão, os textos que publiquei a 13 e 14 deste mês fugiram, e muito, ao meu género preferido.
Estava zangado comigo mesmo e com o mundo, e julgo que a melhor maneira de protestar é o “nonsense” e o ridículo daquilo que nos rodeia. A informação com que somos continuamente bombardeados, em vez de esclarecer transforma-se numa cacofonia de vozes, de gente medíocre. E se há coisa que eu, visceralmente odeio, è a mediocridade.
Confesso, humildemente, que por isso mesmo, também tenho os meus ódios de estimação e que às vezes serei injusto. Um dia sou capaz de escrever sobre o assunto, mas hoje não.
Como desisti de mudar o mundo, outros o tentaram fazer e ficou cada vez pior, tenciono fechar a porta ao ruído de fundo das lamúrias e desgraças e ganhar coragem para ousar escrever e contar-vos mais uma história. A coisa não tem sido fácil, podem crer. Tropeço nas palavras, e que tropeções, perco o fio condutor e acaba por sair uma coisa entre o pobre e o desinteressante. Mas com a vossa benevolência, eu conto sempre.Obrigado.
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